Você começa como uma célula minúscula em um mapa enorme. Come pontinhos coloridos para crescer, engole jogadores menores e foge dos maiores. Quanto maior fica, mais lento se move. Não há fases nem fim: a partida dura até alguém engolir você.
Agar.io foi lançado em 2015 por Matheus Valadares, um desenvolvedor brasileiro que na época tinha 19 anos. O jogo se espalhou sozinho, virou um dos mais buscados do mundo naquele ano e abriu caminho para um gênero inteiro de jogos multijogador de navegador com nomes terminados em “.io”.
Simples, mas não raso
Dois comandos mudam tudo. Dividir a célula lança metade de você para a frente — é assim que se captura um adversário rápido, e também como se perde tudo em um erro. Ejetar massa serve para alimentar um aliado ou manipular os vírus verdes do mapa, que explodem células grandes em pedaços.
O resultado é um jogo em que o maior nem sempre vence. Uma célula média bem posicionada pode desmontar o líder do placar.
O que incomoda
Com o tempo, o modo livre foi tomado por grupos que jogam combinados, o que frustra quem entra sozinho. A versão atual também carrega mais anúncios e itens cosméticos do que a original.
Veredito
Um marco dos jogos de navegador, com uma boa história brasileira por trás. Ainda vale pelas partidas rápidas — de preferência nos modos sem times.