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Pingue-pongue

Pong: por que duas raquetes e uma bola ainda funcionam

O arcade de 1972 é o exercício número um de quem aprende a programar jogos — e continua divertido. Revisitamos o clássico e fizemos a nossa versão em HTML.

Duas raquetes, uma bola, um placar. Pong chegou aos fliperamas em 1972 pelas mãos da Atari e ajudou a transformar videogame em indústria. Mais de cinquenta anos depois, existem incontáveis versões para navegador — e quase todo desenvolvedor já escreveu a sua.

O segredo está no ângulo

O detalhe que faz de Pong um jogo, e não só uma bola quicando, é que o ponto da raquete onde a bola bate define o ângulo de saída. Acertar com a ponta manda a bola em diagonal fechada; acertar com o centro devolve reto. De repente há mira, risco e blefe em um jogo de um eixo só.

O segundo ingrediente é a aceleração: a cada rebatida a bola fica um pouco mais rápida, e todo ponto termina em tensão, não em tédio.

Como exercício

Para quem quer começar a fazer jogos, não existe ponto de partida melhor. Em Pong cabem todos os fundamentos: laço de jogo, entrada do jogador, colisão, placar e uma inteligência artificial simples. A nossa versão, na página de demos, foi escrita só com elementos HTML e CSS, sem canvas.

Veredito

A nota é para a ideia, que segue perfeita. Jogue a nossa versão, depois tente escrever a sua.

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